sábado, 5 de maio de 2018

Avaliação Diagnóstica Descritiva para aprendentes com deficiência - Blogin

Todo aprendente com deficiência tem o direito de ser avaliado com qualidade e conforme suas habilidades, viabilizando autonomia e independência no momento do registro, sendo que todo profissional da educação necessita de embasamento teórico com contexto prático para elaborar um parecer pedagógico contextualizado.

A Avaliação Diagnóstica visa oferecer subsídios para conhecer o momento que cada aprendente se encontra no processo de aprendizagem, com isso deve ser aplicado periodicamente algumas sondagens que fazem parte da avaliação diagnóstica, como por exemplo:



  • sondagem de palavras;
  • sondagem de leitura;
  • sondagem psicomotora;
  • sondagem textual;
  • sondagem de raciocínio lógico matemático ( envolvendo cálculos e situações problemas ).
Procedimentos necessários:

  • Conhecer de fato o seu aluno, não apenas o seu diagnóstico;
  • Fracionar o tempo das sondagens propostas, com a intenção de proporcionar um melhor controle de: atenção plena, comportamental e emocional;
  • Investigar quais são suas habilidades, seus focos de interesse e suas dificuldades.
  • Aplicar periodicamente (bimestralmente ou trimestralmente) AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA COMPLETA, composta por sondagem da escrita, sondagem da leitura, sondagem textual, sondagem do raciocínio lógico matemático e sondagem psicomotora. Pois, desta forma o professor poderá acompanhar o avanço na aprendizagem e propor estratégias adequadas. Oferecer as mesmas oportunidades, mas respeitando as habilidades e dificuldades, de maneira individualizada, pois todos são capazes de aprender, então temos que priorizar a EQUIDADE e a ACESSIBILIDADE;
  • Nos casos de aprendentes com comprometimento comportamental, atencional, intelectual, motor, visual e auditivo fazer uso de recursos da tecnologia assistiva, adaptando os recursos para aplicar a avaliação conforme as necessidades de cada caso, como por exemplo: uso de braille, libras, comunicação alternativa PECs (principalmente nos casos com TEA não verbais e nos casos com PC), adaptações motoras, etc…;
  • Aplicação deverá ocorrer individualmente e selecionar um momento e ou um ambiente tranquilo;
  • Permitir a escrita espontânea e não interferir no registro, através de correções,  ou com qualquer auxílio, pois caso a criança e ou adolescente pergunte como escreve tal palavra, ou qualquer outra pergunta relacionada a sondagem, sempre responda com outra pergunta, como por exemplo: como você acredita que deve ser escrito?



Modelo de Avaliação Diagnóstica Pedagógica Descritiva para aprendentes com deficiência

Observação: O conteúdo elencado em cada tópico poderá ser acrescida ou retirada as informações, mediante a faixa etária e o ano escolar de cada aprendente.
Habilidades atencionais:

( ) retém atenção com facilidade.
( ) necessita de intervenção esporádica para reter atenção.
( ) necessita de intervenção constante para reter atenção.
( ) conquista atenção plena por tempo restrito. Quanto tempo aproximadamente?______________________________________________
Observações relevantes:__________________________________________

Sondagem da escrita, encontra-se na hipótese psicogenética:
( ) pictórica.
( ) pré-silábica I.
( ) pré-silábica II.
( ) silábica sem valor sonoro.
( ) silábica com valor sonoro.
( ) silábica alfabética.
( ) alfabética.
Observações relevantes:__________________________________________

Sondagem de leitura, encontra-se na hipótese:
( ) pictórica.
( ) soletrada.
( ) claudicante.
( ) fluente.
Observações relevantes:__________________________________________

Habilidades em linguagem oral e escrita, apresenta:
( ) habilidade em produzir textos com coesão e coerência?
( ) habilidade ao fazer uso das regras ortográficas?
( ) habilidade ao fazer uso das regras gramaticais?
( ) habilidade em se expressar oralmente?
( ) habilidade ao elaborar frases?
( ) habilidade ao fazer uso de pontuações?
( ) habilidade de argumentação oral?
( ) habilidade de argumentação escrita?
( ) habilidade ao interpretar textos?
Observações relevantes:__________________________________________

Sondagem do raciocínio lógico matemático, apresenta:
( ) habilidade em sequência numérica. Até?__________________________
( ) habilidade em associar o número à quantidade. Até?________________
( ) habilidade em operações matemáticas. Quais?_____________________
( ) habilidade em identificar os números. Até?_________________________
( ) habilidade em identificar as cores. Quais?_________________________
( ) habilidade musical? Ritmo? Sonoridade?
( ) habilidade em trajetos?
( ) habilidade em interpretar situações problema?
Observações relevantes:__________________________________________

Sondagem psicomotora, apresenta:
( ) habilidade em coordenação motora fina?
( ) habilidade em coordenação motora ampla?
( ) habilidade em identificar partes do seu corpo e suas respectivas funções?
( ) habilidade em equilíbrio?
( ) habilidade em saltar?
( ) habilidade de marcha?
( ) habilidade na organização do espaço gráfico e físico?
( ) habilidade em preensão motora?
( ) habilidade em executar sequências de movimentos corporais?
Observações relevantes:__________________________________________

Habilidades emocionais:
( ) apresenta empatia?
( ) demonstra afetividade?
( ) demonstra vínculo com os amigos?
( ) demonstra vínculo com os professores?
( ) apresenta oscilação de humor?
Observações relevantes:__________________________________________

Habilidades sociais e comportamentais:
( ) faz amizades com facilidade?
( ) aceita regras?
( ) aceita rotina escolar?
( ) solicita os amigos e professores para esclarecer dúvidas?
( ) aceita realizar atividades em grupo?
( ) apresenta sensibilidade comportamental em situações de aprendizagem com um grupo maior de pessoas?
( ) respeita os amigos e professores?
Observações relevantes:__________________________________________

Habilidades funcionais:
( ) apresenta autonomia e independência ao se alimentar?
( ) apresenta controle de esfíncteres?
( ) apresenta autonomia e independência ao fazer uso do banheiro?
( ) apresenta autonomia e independência ao realizar a assepsia após o uso do banheiro?
( ) apresenta autonomia e independência ao escovar os dentes?
Observações relevantes:__________________________________________

A equipe multidisciplinar que acompanha o aprendente é composta por:
( ) Neurologista. Qual? _______________________________________________________
( ) Fonoaudiólogo. Qual? _____________________________________________________
( ) Psicólogo. Qual? _________________________________________________________
( ) Psicopedagogo. Qual? ____________________________________________________
( ) Outros. Quais? __________________________________________________________

Rotina de atendimento?
___________________________________________________________________________

Faz uso de medicações?
( ) não
( ) sim.
Quais? Qual a dosagem? Horários?_______________________________
Prescrito por quais profissionais?_________________________________

Apresenta restrição alimentar?
( ) não
( ) sim.
Quais? _______________________________________________________

__________________________________Assinatura dos pais e ou responsável.
__________________________________
Assinatura da Coordenação.               Data:______/_____/__________.

Observações importantes:A família e os profissionais que acompanham o caso tem o direito de uma cópia deste documento.É de suma importância que cada tópico esteja acompanhado de um relato por escrito do educador com observações relevantes ao contexto citado.
Se tiver dúvidas como aplicar cada sondagem, consta no BlogIN todas as orientações sobre cada sondagem no menu em artigos!



Referências Bibliográficas

AZENHA, Maria da Graça. Construtivismo de Piaget a Emilia Ferreiro. 5º ed. São Paulo. Ed Ática. 1997.FERREIRO, Emilia. Alfabetização em processo. 5º ed. Petrópolis. Ed Cortez. 1989._____________.e TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. 4º ed. Porto Alegre. Ed Artes Médicas. 1991.KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a educação. 2º ed. São Paulo. Ed. Cortez. 1997.PIAGET, Jean. A construção do real na criança. 3º ed. São Paulo. Ed. Ática. 1996.

RODRIGUES, David (org.). Educação e Diferença. Valores e Práticas para uma Educação Inclusiva. Portugal: Porto Editora, 2001.
SASSAKY, Romeu K. Inclusão. Construindo uma sociedade para todos. 4. ed. Rio de Janeiro: WVA, 2002.
STOBAUS, Claus D. & MOSQUERA, Juan J. (orgs.) Educação Especial: em direção à educação inclusiva. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2003.
VYGOTSKY, L.S. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo. Ed. Martins Fontes. 2001.
___________ . A formação social da mente. 6º ed. São Paulo. Ed. Martins Fontes. 1998.


Disponível em: http://www.blogin.com.br/2018/04/14/avaliacao-diagnostica-descritiva-para-aprendentes-com-deficiencia/. Acesso em 05 de maio de 2018.

domingo, 21 de janeiro de 2018

Cursos Livres

O curso livre [no contexto da legislação brasileira] com a Lei 9394/96 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional - passou a integrar a Educação Profissional como Educação Profissional de Nível Básico e como modalidade de educação não formal de duração variável, destinada a proporcionar ao trabalhador conhecimentos que lhe permitam profissionalizar-se, qualificar-se e atualizar-se para o trabalho. Não há exigência de escolaridade anterior.
“Livre” significa que não existe a obrigatoriedade de carga horária, disciplinas, tempo de duração e diploma ou certificado anterior, ou seja, atende a população com objetivo de oferecer profissionalização rápida para diversas áreas de atuação no mercado de trabalho.

Além de amparo legal na  Lei 9394/96 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional, também está amparado pelo Decreto Nº 5154/2004.

A Constituição Federal de 88, em seu Art. 206 no inciso II, também diz: "II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber".

O curso "livre" tem duração variável, que vai desde algumas horas até alguns meses, e não exige comprovação de escolaridade anterior. Não há necessidade de reconhecimento pelo MEC, pois não lei específica que regulamente os cursos livre.

Faça curso conosco

sábado, 20 de janeiro de 2018

Código de ética do psicopedagogo ABPp

Código de ética do psicopedagogo


Reformulado pelo Conselho da ABPp, gestão 2011/2013 e aprovado em Assembleia Geral em 5/11/2011
O Código de Ética tem o propósito de estabelecer parâmetros e orientar os profissionais da Psicopedagogia brasileira quanto aos princípios, normas e valores ponderados à boa conduta profissional, estabelecendo diretrizes para o exercício da Psicopedagogia e para os relacionamentos internos e externos à ABPp – Associação Brasileira de Psicopedagogia.
A revisão do Código de Ética é prevista para que se mantenha atualizado com as expectativas da classe profissional e da sociedade.

Capítulo I – Dos princípios

Artigo 1º
A Psicopedagogia é um campo de atuação em Educação e Saúde que se ocupa do processo de aprendizagem considerando o sujeito, a família, a escola, a sociedade e o contexto sócio-histórico, utilizando procedimentos próprios, fundamentados em diferentes referenciais teóricos.

Parágrafo 1º
A intervenção psicopedagógica é sempre da ordem do conhecimento, relacionada com a aprendizagem, considerando o caráter indissociável entre os processos de aprendizagem e as suas dificuldades.

Parágrafo 2º
A intervenção psicopedagógica na Educação e na Saúde se dá em diferentes âmbitos da aprendizagem, considerando o caráter indissociável entre o institucional e o clínico.

Artigo 2º
A Psicopedagogia é de natureza inter e transdisciplinar, utiliza métodos, instrumentos e recursos próprios para compreensão do processo de aprendizagem, cabíveis na intervenção.

Artigo 3º
A atividade psicopedagógica tem como objetivos:
a) promover a aprendizagem, contribuindo para os processos de inclusão escolar e social;
b) compreender e propor ações frente às dificuldades de aprendizagem;
c) realizar pesquisas científicas no campo da Psicopedagogia;
d) mediar conflitos relacionados aos processos de aprendizagem.

Artigo 4º
O psicopedagogo deve, com autoridades competentes, refletir e elaborar a organização, a implantação e a execução de projetos de Educação e Saúde no que concerne às questões psicopedagógicas.

Capítulo II – Da formação

Artigo 5º
A formação do psicopedagogo se dá em curso de graduação e/ou em curso de pós-graduação – especialização “lato sensu” em Psicopedagogia, ministrados em estabelecimentos de ensino devidamente reconhecidos e autorizados por órgãos competentes, de acordo com a legislação em vigor.

Capítulo III – Do exercício das atividades psicopedagógicas

Artigo 6º
Estarão em condições de exercício da Psicopedagogia os profissionais graduados e/ou pós-graduados em Psicopedagogia – especialização “lato sensu” - e os profissionais com direitos adquiridos anteriormente à exigência de titulação acadêmica e reconhecidos pela ABPp. É indispensável ao psicopedagogo submeter-se à supervisão psicopedagógica e recomendável processo terapêutico pessoal.

Parágrafo 1º
O psicopedagogo, ao promover publicamente a divulgação de seus serviços, deverá fazê-lo de acordo com as normas do Estatuto da ABPp e os princípios deste Código de Ética.

Parágrafo 2º
Os honorários deverão ser tratados previamente entre o cliente ou seus responsáveis legais e o profissional, a fim de que:
a) representem justa contribuição pelos serviços prestados, considerando condições socioeconômicas da região, natureza da assistência prestada e tempo despendido;
b) assegurem a qualidade dos serviços prestados.

Artigo 7º
O psicopedagogo está obrigado a respeitar o sigilo profissional, protegendo a confidencialidade dos dados obtidos em decorrência do exercício de sua atividade e não revelando fatos que possam comprometer a intimidade das pessoas, grupos e instituições sob seu atendimento.

Parágrafo 1º
Não se entende como quebra de sigilo informar sobre o cliente a especialistas e/ou instituições, comprometidos com o atendido e/ou com o atendimento.

Parágrafo 2º
O psicopedagogo não revelará como testemunha, fatos de que tenha conhecimento no exercício de seu trabalho, a menos que seja intimado a depor perante autoridade judicial.

Artigo 8º
Os resultados de avaliações só serão fornecidos a terceiros interessados, mediante concordância do próprio avaliado ou de seu representante legal.

Artigo 9º
Os prontuários psicopedagógicos são documentos sigilosos cujo acesso não será franqueado a pessoas estranhas ao caso.

Artigo 10º
O psicopedagogo procurará desenvolver e manter boas relações com os componentes de diferentes categorias profissionais, observando para esse fim, o seguinte:
a) trabalhar nos estritos limites das atividades que lhe são reservadas;
b) reconhecer os casos pertencentes aos demais campos de especialização, encaminhando-os a profissionais habilitados e qualificados para o atendimento.

Capítulo IV – Das responsabilidades

Artigo 11º
São deveres do psicopedagogo:
a) manter-se atualizado quanto aos conhecimentos científicos e técnicos que tratem da aprendizagem humana;
b) desenvolver e manter relações profissionais pautadas pelo respeito, pela atitude crítica e pela cooperação com outros profissionais;
c) assumir as responsabilidades para as quais esteja preparado e nos parâmetros da competência psicopedagógica;
d) colaborar com o progresso da Psicopedagogia;
e) responsabilizar-se pelas intervenções feitas, fornecer definição clara do seu parecer ao cliente e/ou aos seus responsáveis por meio de documento pertinente;
f) preservar a identidade do cliente nos relatos e discussões feitos a título de exemplos e estudos de casos;
g) manter o respeito e a dignidade na relação profissional para a harmonia da classe e a manutenção do conceito público.

Capítulo V – Dos instrumentos

Artigo 12º
São instrumentos da Psicopedagogia aqueles que servem ao seu objeto de estudo – a aprendizagem. Sua escolha decorrerá de formação profissional e competência técnica, sendo vetado o uso de procedimentos, técnicas e recursos não reconhecidos como psicopedagógicos.

Capítulo VI – Das publicações científicas

Artigo 13º
Na publicação de trabalhos científicos deverão ser observadas as seguintes normas:
a) as discordâncias ou críticas deverão ser dirigidas à matéria em discussão e não ao seu autor;
b) em pesquisa ou trabalho em colaboração, deverá ser dada igual ênfase aos autores e seguir normas científicas vigentes de publicação. Em nenhum caso o psicopedagogo se valerá da posição hierárquica para fazer publicar, em seu nome exclusivo, trabalhos executados sob sua orientação;
c) em todo trabalho científico devem ser indicadas as referências bibliográficas utilizadas, bem como esclarecidas as ideias, descobertas e as ilustrações extraídas de cada autor, de acordo com normas e técnicas científicas vigentes.

Capítulo VII – Da publicidade profissional

Artigo 14º
Ao promover publicamente a divulgação de seus serviços, deverá fazê- lo com exatidão e honestidade.

Capítulo VIII- Dos honorários

Artigo 15º
O psicopedagogo, ao fixar seus honorários, deverá considerar como parâmetros básicos as condições socioeconômicas da região, a natureza da assistência prestada e o tempo despendido.

Capítulo IX – Da observância e cumprimento do Código de Ética

Artigo 16º
Cabe ao psicopedagogo cumprir este Código de Ética.
Parágrafo único - Constitui infração ética:
a) utilizar títulos acadêmicos e/ou de especialista que não possua;
b) permitir que pessoas não habilitadas realizem práticas psicopedagógicas;
c) fazer falsas declarações sobre quaisquer situações da prática psicopedagógica;
d) encaminhar ou desviar, por qualquer meio, cliente para si;
e) receber ou exigir remuneração, comissão ou vantagem por serviços psicopedagógicos que não tenha efetivamente realizado;
f) assinar qualquer procedimento psicopedagógico realizado por terceiros, ou solicitar que outros profissionais assinem seus procedimentos.

Artigo 17º
Cabe ao Conselho Nacional da ABPp zelar, orientar pela fiel observância dos princípios éticos da classe e advertir infrações se necessário.

Artigo 18º
O presente Código de Ética poderá ser alterado por proposta do Conselho Nacional da ABPp, devendo ser aprovado em Assembleia Geral.

Capítulo X – Das disposições gerais

Artigo 19º
O Código de Ética tem seu cumprimento recomendado pelos Conselhos Nacional e Estaduais da ABPp.
O presente Código de Ética foi elaborado pelo Conselho Nacional da ABPp do biênio 1991/1992, reformulado pelo Conselho Nacional do biênio 1995/1996, passa por nova reformulação feita pelas Comissões de Ética triênios 2008/2010 e 2011/2013, submetida para discussão e aprovado em Assembleia Geral em 05 de novembro de 2011.

Quézia Bombonatto
Presidente do Conselho Nacional da ABPp
Presidente Nacional da ABPp - Gestão 2008/2010 e 2011/2013